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Tudo sobre Política Internacional

CIA realiza primeiro ataque com drone na Venezuela contra tráfico de drogas

A CIA realizou um ataque com drone em um cais na costa da Venezuela, sendo este o primeiro ataque dos Estados Unidos em território venezuelano. O alvo estratégico, inicialmente utilizado pela organização criminosa Tren de Aragua, era associado ao armazenamento e ao tráfico de drogas. O ataque ocorreu no início de dezembro, mas não houve vítimas, pois não havia ninguém presente na estrutura. Apesar de ser considerado um sucesso por destruir a instalação, a ação foi vista como simbólica, uma vez que existem muitas outras instalações relacionadas ao narcotráfico na região. A CIA não comentou oficialmente.

Trump intensifies threats against Maduro amid rising tensions

O presidente americano, Donald Trump, fez ameaças ao ditador venezuelano, Nicolás Maduro, em meio ao aumento das tensões entre os EUA e Caracas. Durante uma declaração à imprensa, Trump afirmou que a presença militar dos Estados Unidos na América do Sul nunca foi tão significativa e que, caso Maduro atuasse de forma agressiva, isso poderia ser sua última chance. Além disso, o governo Trump trabalha em estratégias para o futuro da Venezuela após a saída de Maduro. As ameaças se intensificam em um contexto de operações militares e apreensões de petroleiros próximos à costa do país.

China pressiona Japão a parar com provocações nucleares

A China alertou o Japão sobre a necessidade de interromper as suas provocações relativas a armas nucleares, após um alto funcionário de segurança japonês sugerir a aquisição desse tipo de armamento para dissuadir possíveis agressores. A declaração chinesa ocorreu no dia 22 de dezembro, reiterando a política do Japão de não possuir armas nucleares, que foi reafirmada na sexta-feira anterior. O porta-voz do ministério chinês, Lin Jian, criticou as declarações de líderes japoneses, vinculando a retórica aumentada à agenda de remilitarização promovida por facções mais à direita no Japão, especialmente após tensões relacionadas a Taiwan.

Brasil se recusa a assinar comunicado sobre Venezuela na cúpula do Mercosul

Durante a cúpula do Mercosul, o Brasil e o Uruguai decidiram não assinar um comunicado da Argentina, que pedia a restauração da democracia e respeito aos direitos humanos na Venezuela. A administração de Lula teme que o documento seja visto pelos EUA como apoio a uma possível intervenção militar na Venezuela, o que não é do interesse brasileiro. A cúpula expressou preocupação com a crise na Venezuela, país suspenso do bloco, e reafirmou a necessidade de um compromisso pacífico para restaurar a ordem democrática, sem mencionar as ameaças de intervenção pelos EUA.

Venezuela reage à apreensão de petroleiro pelos EUA: pirataria internacional

Neste sábado, a Venezuela denunciou a apreensão de um petroleiro bandeirado pelo Panamá pelos Estados Unidos, classificando a ação como um grave ato de pirataria internacional. O governo venezuelano acusou os militares americanos de roubo e sequestro, incluindo o desaparecimento forçado da tripulação em águas internacionais. A Venezuela pretende levar o caso ao Conselho de Segurança da ONU e outras organizações internacionais. Ao mesmo tempo, autoridades dos EUA afirmaram que o bloqueio a navios sancionados será mantido até que os bens norte-americanos sequestrados pelo regime de Maduro sejam devolvidos. O navio transportava petróleo para a Ásia.

EUA apreendem petroleiro gigante na costa da Venezuela

Os Estados Unidos apreenderam um grande navio petroleiro nas proximidades da Venezuela, anunciou o presidente Donald Trump. Este evento ocorre em um momento de crescente tensão entre a América e Caracas. Trump destacou que este é o maior petroleiro já apreendido e prometeu mais revelações futuras durante uma mesa-redonda com empresários e altos funcionários. Embora não tenha fornecido detalhes sobre o navio ou sua propriedade, o presidente repetiu que os dias de Nicolás Maduro estão contados. Os Estados Unidos também acusam o governo venezuelano de ter ligações com o narcotráfico, intensificando a pressão militar.

Maduro defende luta armada como caminho para a paz na Venezuela

Durante sua participação no programa de rádio 'Con Maduro de Repente', Nicolás Maduro reafirmou a soberania da Venezuela e destacou o apoio da China em meio a crescentes tensões na região. Ele declarou que, se necessário, a luta armada seria uma defesa pela paz e pela pátria, enquanto tocava um metalofone. Seus comentários coincidem com atividades militares dos EUA no Caribe e no Pacífico, que incluem ataques a supostos barcos de narcotráfico. O regime de Maduro nega as acusações de envolvimento com o tráfico de drogas, enfatizando o apoio diplomático da China.

Maduro aparece em público e nega rumores de fuga da Venezuela

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, fez uma rara aparição pública em Caracas, no último domingo, após quatro dias fora dos holofotes. Ele se manifestou durante o 4º Encontro Internacional de Café Especial, onde negou rumores de fuga do país em meio a crescentes tensões com os Estados Unidos, que aumentaram sua presença militar na região. Em sua fala, Maduro afirmou que a Venezuela é 'indestrutível, intocável e imbatível', em resposta às declarações do governo americano sobre possíveis ofensivas. A presença militar dos EUA na área se intensificou, incluindo o envio de um porta-aviões.

COP30: Países produtores de petróleo bloqueiam compromissos climáticos importantes

Na COP30, realizada em Belém, a ministra da Transição Ecológica da França, Monique Barbut, denunciou que países produtores de petróleo como Rússia, Índia e Arábia Saudita estão bloqueando menções à redução do uso de combustíveis fósseis no documento final da conferência. Barbut expressou sua decepção com a proposta atual, que não aborda a mitigação das mudanças climáticas. Além disso, afirmou que muitos países emergentes têm acompanhado essa posição, mostrando que o financiamento para adaptação climática está influenciando decisões que anteriormente apoiavam a redução do uso de petróleo, ignorando até o desmatamento na Amazônia.

Chanceler alemão lamenta não conhecer a Amazônia após críticas em Belém

O governo alemão, representado por um porta-voz, comentou sobre as declarações controversas do chanceler Friedrich Merz a respeito de sua visita ao Brasil, onde não teve tempo para conhecer a Amazônia. Merz havia comparado o Brasil de maneira depreciativa em um evento na Alemanha, gerando críticas de autoridades brasileiras. Apesar da polêmica, o chanceler expressou respeito pela realização da COP30 em Belém e prometeu apoio ao fundo florestal proposto pelo Brasil. A visita foi marcada por um passeio de barco no Rio Guajará, onde pôde apreciar a beleza natural da região.

Trump sinaliza diálogo com Maduro e não descarta intervenção militar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira, 17, que pretende dialogar com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Durante uma coletiva, Trump expressou preocupação com a situação do país sul-americano, destacando que Maduro não tem sido benéfico para os norte-americanos. Ele também não descartou a possibilidade de enviar tropas dos EUA para a Venezuela, em meio a uma mobilização militar no Caribe em combate ao narcotráfico, a qual foi considerada pela Venezuela como uma tentativa de desestabilizar o governo de Maduro, acusado de liderar uma organização terrorista.

Sheikh Hasina é condenada à morte por crimes contra a humanidade em Bangladesh

Sheikh Hasina, ex-primeira-ministra de Bangladesh, foi condenada à morte por crimes contra a humanidade após um julgamento que considerou sua responsabilidade por uma repressão violenta contra um levante estudantil em 2024. Hasina, que vive em exílio autoimposto na Índia, rejeitou as acusações e criticou a imparcialidade do processo. O clima no país está tenso, com explosões e ataques às vésperas da sentença. Durante os protestos, mais de 1.400 manifestantes foram mortos, e seu governo é frequentemente acusado de repressão. O próximo veredito pode acirrar ainda mais a já frágil situação política da nação.

Trump sinaliza abertura para dialogar com Maduro amid tensions

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou estar aberto a conversas com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em meio à crescente pressão militar de Washington sobre o regime venezuelano. Em uma entrevista, Trump mencionou que poderia haver diálogos enquanto mantinha a pressão sobre Maduro, que é acusado de liderar uma organização de narcotráfico, o Cartel de los Soles. O secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou que essa organização seria designada como uma “organização terrorista estrangeira”. As ações dos EUA incluem ataques a embarcações ligadas ao tráfico de drogas no Caribe, resultando em várias mortes.

Eleições no Chile: o mistério das intenções de voto

O Chile se prepara para eleições presidenciais no dia 16 de novembro de 2025, no entanto, os eleitores desconhecem o verdadeiro cenário eleitoral devido à proibição de divulgar pesquisas nas duas semanas antecedentes ao pleito. A ex-ministra Jeannette Jara do Partido Comunista aparece como líder nas intenções de voto, mas enfrenta a concorrência de José Antonio Kast, Evelyn Matthei e outros. Embora Jara esteja à frente nas pesquisas, sua vantagem não garante um resultado favorável em um possível segundo turno. Os chilenos também votarão para renovar a Câmara e o Senado neste domingo.

Operação Lança do Sul: Trump intensifica combate ao narcotráfico na América Latina

O governo dos Estados Unidos anunciou a operação 'Lança do Sul', direcionada ao combate ao narcotráfico na América Latina. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, esclareceu que a missão foi ordenada pelo presidente Donald Trump e tem como objetivo remover narcoterroristas do hemisfério, destacando a preocupação com a segurança da região. O Comando Sul dos EUA está realizando essa operação em 31 países da América do Sul, Central e Caribe, utilizando tecnologia avançada, como embarcações robóticas e aeronaves, para fortalecer o combate ao tráfico de drogas e garantir a proteção da pátria.

Morre Dick Cheney, arqui-inventor da guerra ao terror nos EUA

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Dick Cheney, faleceu aos 84 anos, conforme informações divulgadas por sua família. Ele ocupou o cargo entre 2001 e 2009 durante o governo de George W. Bush e foi considerado uma figura central na 'guerra ao terror'. Cheney coordenou, em 11 de setembro de 2001, parte da resposta imediata aos ataques da Al Qaeda, tomando decisões significativas em segurança nacional e política externa. Defensor da invasão do Iraque em 2003, ele já havia exercido funções como secretário de Defesa e deputado por Wyoming em sua carreira política anterior.

Maduro busca diálogo com EUA sob condições de participação do chavismo

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, está disposto a dialogar com os Estados Unidos, contanto que haja garantias de participação do chavismo em uma potencial transição política, além de anistia para seus membros. Recentemente, o governo enfrenta uma intensa pressão militar norte-americana, que intensificou suas operações no Caribe sob a justificativa de combate ao narcotráfico. Maduro já solicitou apoio de aliados como China, Rússia e Irã devido às avançadas tropas dos EUA. A administração Trump considera, ainda, ataques diretos sobre instalações militares venezuelanas, aumentando a incerteza na relação entre os países.

EUA executam ataque letal no Caribe contra narcotráfico

No dia 1º de novembro de 2025, os Estados Unidos realizaram um ataque aéreo contra uma embarcação no Caribe, resultando em três mortes. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que a ação teve como objetivo combater o narcotráfico internacional, alegando que a embarcação transportava drogas conhecidas. O ataque, que ocorreu em águas internacionais, é parte de uma campanha mais ampla ordenada pelo presidente Donald Trump, que já destruiu 16 embarcações suspeitas em operações desde setembro, cumulando 61 mortes. Segundo Hegseth, essas ações visam proteger os cidadãos americanos da droga inchada proveniente da América do Sul.

EUA se preparam para ação militar na Nigéria devido a assassinatos de cristãos

O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, anunciou que os Estados Unidos estão se preparando para um ataque militar à Nigéria, rica em petróleo, após uma ordem do presidente Donald Trump. Hegseth afirmou que o assassinato de cristãos inocentes na Nigéria deve parar imediatamente. Em uma publicação no X, ele afirmou que o Departamento de Guerra está pronto para agir devido a alegações de que terroristas estão matando cristãos. Hegseth declarou que o governo nigeriano tem a responsabilidade de proteger os cristãos, ou os EUA tomarão medidas contra os terroristas responsáveis por essas atrocidades.

Violência contra cristãos na Nigéria gera movimento de sanções internacionais

A perseguição a cristãos na Nigéria atinge níveis alarmantes, mas raramente recebe atenção da mídia ocidental. Relatórios recentes da Ajuda à Igreja que Sofre revelam que grupos terroristas islâmicos, como o Boko Haram, estão por trás de massacres e sequestros, resultando em mais de mil cristãos mortos em apenas um ano. O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, designou a Nigéria como um país de preocupação especial, pedindo investigações sobre as atrocidades. No entanto, a falta de cobertura global sobre a situação dos cristãos na Nigéria preocupa ativistas e organizações que tentam aumentar a conscientização sobre essa grave crise humanitária.

Trump revela apoio a Bolsonaro em encontro com Lula na Malásia

Neste domingo, na Malásia, durante a cúpula da Asean, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump se encontraram por quase uma hora. A conversa se seguiu de uma interação com jornalistas, onde Trump foi questionado sobre Jair Bolsonaro. Ele expressou seu apreço pelo ex-presidente, manifestando tristeza pela situação atual de Bolsonaro, possivelmente em alusão à perseguição judicial enfrentada. Quando questionado sobre se o tema seria discutido com Lula, Trump respondeu de forma ríspida, evitando mais comentários. Enquanto isso, Lula assistiu a tudo com serenidade, balançando a cabeça e sorrindo durante a entrevista.

Trump cancela negociações com o Canadá após discurso publicitário de Reagan

O presidente Donald Trump cancelou negociações comerciais com o Canadá, citando uma propaganda que mostrava trechos do discurso anti-tarifário de Ronald Reagan, que considerou 'falsa'. A Fundação Ronald Reagan defendeu que o anúncio distorceu as palavras do ex-presidente, que, em 1987, se opôs a tarifas, enfatizando a importância do comércio livre. Embora Trump critique o uso da propaganda, Reagan acreditava que tarifas prejudicavam a economia e a concorrência. O governo de Ontário filmou a propaganda, que foi transmitida em eventos de grande audiência nos EUA, gerando discussões sobre sua veracidade e impacto nas relações comerciais.

Trump interrompe financiamento à Colômbia e chama Petro de 'meliante'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (22) que interrompeu todo o financiamento à Colômbia, classificando seu presidente, Gustavo Petro, de 'meliante'. Em declarações feitas no Salão Oval, Trump expressou descontentamento com as críticas de Petro, afirmando que a partir daquela data, os pagamentos à Colômbia, que foi por muito tempo um aliado militar, seriam cancelados. Esse movimento representa uma mudança significativa nas relações entre os dois países, uma vez que a Colômbia foi vista como um parceiro estratégico dos EUA no combate ao tráfico de drogas na América Latina.

Trump intensifica operações contra Maduro na Venezuela

O governo dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, está se preparando para uma série de ações na costa da Venezuela que podem levar à queda de Nicolás Maduro. De acordo com um documento confidencial do Washington Post, a CIA recebeu autorização para realizar operações secretas, visando “ações agressivas” contra o governo venezuelano. Embora não especifique a derrubada de Maduro, as medidas poderiam contribuir para esse objetivo. Além disso, uma força militar está ativa no Mar do Caribe, supostamente para combater o tráfico de drogas, mas Caracas vê essas ações como tentativas de invasão.

Trump acusa Petro de ser traficante e ameaça cortar subsídios à Colômbia

No último domingo, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, acusou o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, de ser um 'traficante de drogas ilegal' e de incentivar o tráfico no país. Em uma postagem na Truth Social, Trump ameaçou cortar subsídios à Colômbia caso a produção de drogas não fosse combatida. A tensão entre os dois países aumentou desde que Trump cancelou o visto de Petro em setembro. Trump ainda alegou que a Colômbia produz drogas para serem comercializadas nos EUA, e o governo norte-americano expandiu suas operações militares na região.

Israel intensifica ataques aéreos em resposta a ataque do Hamas

No dia 19 de outubro de 2025, o Exército de Israel anunciou que seus caças realizaram ataques aéreos na região de Rafah, Gaza, em resposta ao fogo aberto por militantes do Hamas contra suas tropas. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que Israel retaliará com força a agressão. Apesar do cessar-fogo mediado pelos EUA ter entrado em vigor há nove dias, Israel afirma que o Hamas violou o acordo. Por sua vez, o Hamas negou ter conhecimento de qualquer confronto em Rafah e reafirmou seu compromisso com o cessar-fogo, enquanto as acusações entre os lados continuam.

Trump pressiona por vitória de Milei nas eleições argentinas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o apoio americano ao governo argentino de Javier Milei depende dos resultados das eleições legislativas de 26 de outubro. Durante um encontro na Casa Branca, Trump destacou que a eficácia das políticas econômicas de Milei, que incluem medidas rigorosas para combater a inflação, poderia trazer benefícios se ele obtiver um bom desempenho nas urnas. Contudo, a desaprovação popular cresce, e desafios como a corrupção e cortes em serviços públicos podem impactar a reeleição de Milei e sua capacidade de governar eficazmente após as eleições.

EUA intensifica combate a narcoterroristas da Venezuela

Na última coletiva na Casa Branca, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou que as atuais operações no Caribe visam combater o narcotráfico venezuelano, considerando os envolvidos como 'narcoterroristas'. O presidente Trump corroborou, observando um ataque a um submarino destinado ao transporte de drogas. O governo dos EUA intensifica esforços contra o tráfico, que está vinculado à ditadura de Nicolás Maduro, e considera até o envio de tropas terrestres para combater o problema. A opositora María Corina Machado confirmou que os lucros do tráfico sustentam o regime chavista, evidenciando uma jornada de tensão e confronto diplomático.

Trump intensifica pressões na Venezuela com ações secretas da CIA

O presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou a CIA a realizar ações secretas na Venezuela, visando derrubar Nicolás Maduro, conforme reportagem do New York Times. Fontes anônimas confirmaram que a autorização permite operações letais e outras ações no Caribe. Enquanto isso, a tensão na América Latina aumenta com recentes ataques a embarcações, resultando em mortos. Em resposta, Maduro ordenou exercícios militares em várias comunidades. A China se opõe à intervenção dos EUA e pede que se respeitem os assuntos internos da Venezuela. A Casa Branca ainda não reconhece Maduro como presidente e promete recompensas pela sua captura.

Trump ameaça permitir bombardeios israelenses a Gaza se Hamas não cumprir acordo

Em uma declaração à CNN, o presidente dos EUA, Donald Trump, indicou que poderia permitir a retomada dos bombardeios israelenses na Faixa de Gaza se o Hamas não cumprir com o acordado em um cessar-fogo assinado no dia 13 de outubro. Trump enfatizou que Israel atuaria novamente rapidamente. O acordo, assinado entre EUA, Egito, Catar e Turquia, prevê a supervisão internacional e a responsabilidade de um governo de transição em Gaza, mas gerou polêmicas, já que o Hamas não participou da administração planejada. Ao mesmo tempo, Israel reinicia suas operações na região.

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