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Tudo sobre Política Internacional

EUA reforçam presença militar no Oriente Médio com novo destróier

  • A Marinha dos EUA enviou o destróier USS Delbert D. Black ao Oriente Médio em meio a crescentes tensões com o Irã.
  • Com essa adição, o número de destróieres americanos na região chega a seis, somando-se a um porta-aviões e três navios de combate.
  • A presença militar é parte de uma estratégia que pode incluir ataques direcionados às forças de segurança iranianas, conforme ameaças do presidente Donald Trump.

Xi Jinping reafirma que China não será uma ameaça global

  • Xi Jinping afirmou que a China não será uma ameaça a outros países, enfatizando seu compromisso com a paz.
  • Durante um encontro com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, o líder chinês solicitou apoio ao multilateralismo.
  • A posição da China contrasta com a utilização histórica da força militar pelos EUA em assuntos internacionais.

Trump e o pinguim: a campanha que gerou risadas na web

A Casa Branca postou uma imagem de Donald Trump caminhando ao lado de um pinguim na Groenlândia em uma tentativa de promover sua campanha para a anexação do território. A estratégia rapidamente se tornou motivo de zombarias, já que pinguins não habitam a Groenlândia, sendo nativos do hemisfério sul. Usuários do X criticaram a postagem e lembraram que as aves estão a milhares de quilômetros da Groenlândia, principalmente na Antártida. A agência estatal chinesa Xinhua também aproveitou a oportunidade para debochar, questionando se houvesse pinguins, eles seriam tratados de maneira caricatural como Trump fez.

Espanha se recusa a integrar o Conselho da Paz de Trump

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, rejeitou o convite para integrar o Conselho da Paz proposto por Donald Trump. Em declarações após a cúpula da UE em Bruxelas, Sánchez destacou seu compromisso com o multilateralismo e a falta da Autoridade Palestina entre os convidados como razões para a recusa. Ele expressou dúvidas sobre o respeito do novo conselho pelas normas da ONU e sua efetividade no processo de paz. O Conselho, que busca atuar em conflitos globais e tem Trump como presidente vitalício, já teve a participação de muitos líderes internacionais, exceto aliados tradicionais dos EUA.

Trump fecha acordo com Otan para o futuro da Groenlândia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou progressos em um acordo com a Otan para a Groenlândia, território que deseja anexar. Em reunião com o secretário-geral da aliança, Mark Rutte, Trump revelou a criação de uma estrutura para futuras negociações. Com o avanço do acordo, ele abandonou a aplicação de tarifas de 10% a países da Otan contrários à compra da Groenlândia. Trump também mencionou conversas sobre um projeto de defesa antimísseis, o Domo de Ouro, sendo encarregado de sua negociação o secretário de Estado e outros membros do governo. Detalhes adicionais serão divulgados.

Trump revela mensagem de Macron sobre a Groenlândia: 'Não entendo o que você está fazendo'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma mensagem privada do presidente francês, Emmanuel Macron, que expressa preocupação sobre a política dos EUA em relação à Groenlândia. Na mensagem, Macron questiona as ações de Trump, afirmando: 'Não entendo o que você está fazendo' e sugere negociações. Para discutir a crise, líderes europeus agendaram uma reunião de emergência em Bruxelas e Macron ofereceu-se para organizar outra oportunidade de diálogo em Paris. Ele propõe incluir a Ucrânia e a Dinamarca nas conversas, além de sugerir um jantar entre ele e Trump na quinta-feira.

Celso Amorim alerta sobre a erosão das normas internacionais e a insegurança global

Celso Amorim, assessor do presidente Lula, revela no artigo da The Economist que a erosão das normas internacionais cria um cenário de crescente insegurança global. Ele aponta o sequestro do presidente Maduro, em Caracas, como um símbolo da desestabilização da paz sul-americana, considerando que movimentos de força estão desafiando tradições históricas da região. Amorim compara o evento a crises passadas e enfatiza que a política internacional se torna cínica e brutal. Para contrabalançar essa dinâmica, defende diversificação de parcerias e a preservação dos princípios de soberania e não intervenção nas relações internacionais.

María Corina Machado presenteia Trump com Nobel da Paz em gesto simbólico

María Corina Machado, a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, entregou sua medalha ao presidente dos EUA, Donald Trump, como um gesto simbólico de reconhecimento por seu compromisso com a liberdade do povo venezuelano. A entrega ocorreu em meio à controvérsia sobre a premiação, que foi vista como uma afronta às autoridades e à luta contra o regime de Nicolás Maduro. Trump, agradecendo a homenagem, fez menção ao respeito mútuo entre eles. No entanto, o Instituto Nobel enfatizou que o prêmio é intransferível, gerando debates sobre o significado do gesto de Corina.

Trump ameaça o Irã após possíveis execuções de manifestantes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Irã com 'medidas muito duras' caso o país execute manifestantes. A crítica surgiu após o anúncio de que Erfan Soltani, um jovem preso durante protestos, pode ser executado em breve. Organizações de direitos humanos afirmam que mais de 2.400 manifestantes foram mortos devido a uma repressão violenta das autoridades, que envolveu prisões em massa e o bloqueio da internet. Trump chamou atenção para os altos números de vítimas e pediu aos iranianos que 'tomem as instituições' em resposta à opressão governamental severa e violenta.

Trump se autoproclama presidente interino da Venezuela em postagem polêmica

Donald Trump causou polêmica ao publicar uma imagem em que se autodenomina 'presidente interino da Venezuela' nas redes sociais. Essa postagem ocorreu no contexto de uma intervenção militar dos Estados Unidos no país sul-americano e coincide com o endurecimento da retórica de Trump em relação a Cuba. Em declarações, ele afirmou que seu poder é limitado apenas por sua 'própria moralidade' e que os EUA pretendem controlar a venda do petróleo venezuelano, mantendo uma supervisão prolongada sobre a situação política da Venezuela, gerando preocupações sobre a legalidade dessa ação internacional.

Trump pressiona Cuba com duras ameaças de consequências severas

O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou Cuba para que faça um acordo ou enfrente graves consequências. Em uma mensagem no Truth Social, afirmou que o fluxo de petróleo e dinheiro da Venezuela para Cuba será interrompido, após a prisão do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em uma operação militar. Trump destacou que os recursos que antes sustentavam Cuba acabaram e sugeriu que um acordo é necessário antes que seja tarde. A relação entre os dois países, sempre tensa, ainda não teve resposta do governo cubano diante das ameaças do presidente americano.

Trump e a nova doutrina Monroe: Uma mensagem clara para a China

A ação do governo Trump contra Nicolás Maduro na Venezuela é vista como uma nova manifestação da Doutrina Monroe, conforme analisa Grace Livingstone, autora de um livro sobre o tema. Esta versão atualizada da doutrina foca na contenção da influência da China na América Latina e reafirma o poder dos EUA na região. Livingstone explica que, ao contrário das justificativas anteriores de promover a democracia, a atual abordagem é uma defesa explícita dos interesses americanos, especialmente em relação ao controle de recursos como o petróleo. Isso representa uma mudança significativa na política externa americana.

Groenlândia: O novo alvo estratégico de Trump no Ártico

A Groenlândia, território dinamarquês no Ártico, tem se tornado foco de interesse dos Estados Unidos após Donald Trump manifestar desejo de adquirir a ilha, destacando sua importância estratégica. O território, historicamente habitado por povos inuítes, passou a ter autonomia em 2009, embora dependa economicamente da Dinamarca. Os EUA mantêm presença militar na ilha, crucial para monitoramento no Atlântico Norte. As relações entre Groenlândia e Dinamarca são tensas devido a um passado colonial, enquanto a população demonstra interesse em independência, temendo a influência americana e a necessidade de diversificação econômica além da pesca.

Gustavo Petro afirma que ameaça de ação militar dos EUA é real

O presidente colombiano, Gustavo Petro, declarou à BBC que existe uma 'ameaça real' de ação militar dos Estados Unidos contra a Colômbia. Petro criticou a abordagem do governo americano, acusando-o de tratar nações como parte de um 'império'. A declaração ocorre após Trump mencionar a possibilidade de uma intervenção militar e reiterar suas exigências a Petro. Apesar de uma ligação recente entre os líderes, o clima entre os dois países continua tenso, com Petro advogando por um diálogo em vez de enfrentamento, enfatizando a importância da soberania diante das agressões externas.

Trump e a Groenlândia: uma disputa de poder e estratégia

Donald Trump expressou interesse em 'tomar' a Groenlândia, com a Casa Branca considerando várias opções, incluindo ações militares. Embora a ilha, com uma população de apenas 58 mil habitantes, seja vista como um alvo fácil, analistas alertam sobre as profundas implicações políticas e legais dessa ação. A Dinamarca, responsável pela defesa da Groenlândia, tem capacidades limitadas para proteger o território. Ao mesmo tempo, Trump está avaliando a compra da Groenlândia, mas tanto Nuuk quanto Copenhague alegam que a ilha não está à venda, complicando as discussões sobre a autodeterminação da população local.

Steinmeier critica EUA e exalta papel do Brasil na ordem mundial

O presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, criticou a política externa dos Estados Unidos, afirmando que a administração Trump está ameaçando a ordem mundial. Em um simpósio, ele expressou preocupação sobre a transformação do mundo em um 'covil de ladrões', onde os poderosos dominam. As críticas vieram após a operação militar que depôs Nicolás Maduro na Venezuela e a controvérsia sobre a Groenlândia. Steinmeier também destacou a importância de países como Brasil e Índia na proteção da democracia global, enfatizando a necessidade de intervenções internacionais em situações de ameaça à estabilidade.

EUA mudam acusação contra Maduro e descartam cartel de drogas

O Departamento de Justiça dos EUA alterou a acusação contra Nicolás Maduro, eliminando a afirmação de que ele chefiava a organização de tráfico conhecida como Cartel de los Soles. A nova acusação descreve o cartel como um sistema de clientelismo, abandonando a ideia de uma estrutura hierárquica. Essa mudança é resultado de anos de questionamentos sobre a própria existência do cartel. Críticos argumentam que o termo representa mais uma cultura de corrupção e que Maduro não é um líder de uma organização criminosa formal, de acordo com análises de organismos internacionais e autoridades de outros países.

Contradições e esperança: A crise na Venezuela após a captura de Maduro

María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz, revelou que não se comunicou com Donald Trump desde outubro de 2025, o que coincide com a última conversa que tiveram no dia em que recebeu a premiação. Durante sua entrevista à Fox News, após a operação militar dos EUA que resultou na captura de Nicolás Maduro, Machado elogiou a ofensiva americana, considerando-a um grande passo para a liberdade. Contudo, Trump desconsiderou a líder da oposição, afirmando que ela não é uma alternativa viável e destacando a incerteza política que permanece na Venezuela após essa intervenção.

Trump sugere ação militar contra Colômbia após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levantou a possibilidade de uma ação militar contra a Colômbia, referindo-se ao país como 'doente' e seu presidente, Gustavo Petro, como um produtor de cocaína. Essa ameaça surgiu após a captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro, por autoridades americanas, levando à crítica imediata do governo colombiano, que considerou os comentários de Trump como uma ingerência inaceitável nos assuntos internos. O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia defendeu que essas declarações ferem normas do direito internacional e a soberania do país.

CIA realiza primeiro ataque com drone na Venezuela contra tráfico de drogas

A CIA realizou um ataque com drone em um cais na costa da Venezuela, sendo este o primeiro ataque dos Estados Unidos em território venezuelano. O alvo estratégico, inicialmente utilizado pela organização criminosa Tren de Aragua, era associado ao armazenamento e ao tráfico de drogas. O ataque ocorreu no início de dezembro, mas não houve vítimas, pois não havia ninguém presente na estrutura. Apesar de ser considerado um sucesso por destruir a instalação, a ação foi vista como simbólica, uma vez que existem muitas outras instalações relacionadas ao narcotráfico na região. A CIA não comentou oficialmente.

Trump intensifies threats against Maduro amid rising tensions

O presidente americano, Donald Trump, fez ameaças ao ditador venezuelano, Nicolás Maduro, em meio ao aumento das tensões entre os EUA e Caracas. Durante uma declaração à imprensa, Trump afirmou que a presença militar dos Estados Unidos na América do Sul nunca foi tão significativa e que, caso Maduro atuasse de forma agressiva, isso poderia ser sua última chance. Além disso, o governo Trump trabalha em estratégias para o futuro da Venezuela após a saída de Maduro. As ameaças se intensificam em um contexto de operações militares e apreensões de petroleiros próximos à costa do país.

China pressiona Japão a parar com provocações nucleares

A China alertou o Japão sobre a necessidade de interromper as suas provocações relativas a armas nucleares, após um alto funcionário de segurança japonês sugerir a aquisição desse tipo de armamento para dissuadir possíveis agressores. A declaração chinesa ocorreu no dia 22 de dezembro, reiterando a política do Japão de não possuir armas nucleares, que foi reafirmada na sexta-feira anterior. O porta-voz do ministério chinês, Lin Jian, criticou as declarações de líderes japoneses, vinculando a retórica aumentada à agenda de remilitarização promovida por facções mais à direita no Japão, especialmente após tensões relacionadas a Taiwan.

Brasil se recusa a assinar comunicado sobre Venezuela na cúpula do Mercosul

Durante a cúpula do Mercosul, o Brasil e o Uruguai decidiram não assinar um comunicado da Argentina, que pedia a restauração da democracia e respeito aos direitos humanos na Venezuela. A administração de Lula teme que o documento seja visto pelos EUA como apoio a uma possível intervenção militar na Venezuela, o que não é do interesse brasileiro. A cúpula expressou preocupação com a crise na Venezuela, país suspenso do bloco, e reafirmou a necessidade de um compromisso pacífico para restaurar a ordem democrática, sem mencionar as ameaças de intervenção pelos EUA.

Venezuela reage à apreensão de petroleiro pelos EUA: pirataria internacional

Neste sábado, a Venezuela denunciou a apreensão de um petroleiro bandeirado pelo Panamá pelos Estados Unidos, classificando a ação como um grave ato de pirataria internacional. O governo venezuelano acusou os militares americanos de roubo e sequestro, incluindo o desaparecimento forçado da tripulação em águas internacionais. A Venezuela pretende levar o caso ao Conselho de Segurança da ONU e outras organizações internacionais. Ao mesmo tempo, autoridades dos EUA afirmaram que o bloqueio a navios sancionados será mantido até que os bens norte-americanos sequestrados pelo regime de Maduro sejam devolvidos. O navio transportava petróleo para a Ásia.

EUA apreendem petroleiro gigante na costa da Venezuela

Os Estados Unidos apreenderam um grande navio petroleiro nas proximidades da Venezuela, anunciou o presidente Donald Trump. Este evento ocorre em um momento de crescente tensão entre a América e Caracas. Trump destacou que este é o maior petroleiro já apreendido e prometeu mais revelações futuras durante uma mesa-redonda com empresários e altos funcionários. Embora não tenha fornecido detalhes sobre o navio ou sua propriedade, o presidente repetiu que os dias de Nicolás Maduro estão contados. Os Estados Unidos também acusam o governo venezuelano de ter ligações com o narcotráfico, intensificando a pressão militar.

Maduro defende luta armada como caminho para a paz na Venezuela

Durante sua participação no programa de rádio 'Con Maduro de Repente', Nicolás Maduro reafirmou a soberania da Venezuela e destacou o apoio da China em meio a crescentes tensões na região. Ele declarou que, se necessário, a luta armada seria uma defesa pela paz e pela pátria, enquanto tocava um metalofone. Seus comentários coincidem com atividades militares dos EUA no Caribe e no Pacífico, que incluem ataques a supostos barcos de narcotráfico. O regime de Maduro nega as acusações de envolvimento com o tráfico de drogas, enfatizando o apoio diplomático da China.

Maduro aparece em público e nega rumores de fuga da Venezuela

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, fez uma rara aparição pública em Caracas, no último domingo, após quatro dias fora dos holofotes. Ele se manifestou durante o 4º Encontro Internacional de Café Especial, onde negou rumores de fuga do país em meio a crescentes tensões com os Estados Unidos, que aumentaram sua presença militar na região. Em sua fala, Maduro afirmou que a Venezuela é 'indestrutível, intocável e imbatível', em resposta às declarações do governo americano sobre possíveis ofensivas. A presença militar dos EUA na área se intensificou, incluindo o envio de um porta-aviões.

COP30: Países produtores de petróleo bloqueiam compromissos climáticos importantes

Na COP30, realizada em Belém, a ministra da Transição Ecológica da França, Monique Barbut, denunciou que países produtores de petróleo como Rússia, Índia e Arábia Saudita estão bloqueando menções à redução do uso de combustíveis fósseis no documento final da conferência. Barbut expressou sua decepção com a proposta atual, que não aborda a mitigação das mudanças climáticas. Além disso, afirmou que muitos países emergentes têm acompanhado essa posição, mostrando que o financiamento para adaptação climática está influenciando decisões que anteriormente apoiavam a redução do uso de petróleo, ignorando até o desmatamento na Amazônia.

Chanceler alemão lamenta não conhecer a Amazônia após críticas em Belém

O governo alemão, representado por um porta-voz, comentou sobre as declarações controversas do chanceler Friedrich Merz a respeito de sua visita ao Brasil, onde não teve tempo para conhecer a Amazônia. Merz havia comparado o Brasil de maneira depreciativa em um evento na Alemanha, gerando críticas de autoridades brasileiras. Apesar da polêmica, o chanceler expressou respeito pela realização da COP30 em Belém e prometeu apoio ao fundo florestal proposto pelo Brasil. A visita foi marcada por um passeio de barco no Rio Guajará, onde pôde apreciar a beleza natural da região.

Trump sinaliza diálogo com Maduro e não descarta intervenção militar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira, 17, que pretende dialogar com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Durante uma coletiva, Trump expressou preocupação com a situação do país sul-americano, destacando que Maduro não tem sido benéfico para os norte-americanos. Ele também não descartou a possibilidade de enviar tropas dos EUA para a Venezuela, em meio a uma mobilização militar no Caribe em combate ao narcotráfico, a qual foi considerada pela Venezuela como uma tentativa de desestabilizar o governo de Maduro, acusado de liderar uma organização terrorista.

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